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Leitura: Um Desafio da Escola Brasileira



A escola brasileira tem vivido grandes desafios na sua principal tarefa: Educar.


Mas... O que é Educar?


As muitas definições possíveis, no alcance de tentar responder à pergunta, se revestem da inescapável necessidade de considerar uma coleção de explicações que se imbricam, formando um mosaico, o qual apresenta a missão da escola como um todo, sem cair na tentação do olhar vesgo ou parcial.


E a parcialidade é o que mais nos aflige no momento em que precisamos refletir sobre o desafio e avançar. E temos muitas parcialidades, ou, pelo menos, vícios históricos que consistem, principalmente, no pragmatismo de lançar mão da visão conteudista como recurso pedagógico duvidosamente eficiente e que tem nos feito patinar em baixos resultados de, ao menos, duas importantes avaliações do trabalho escolar, o IDEB e o PISA.


As reflexões acerca do baixo desempenho de práticas leitoras e o impacto que isso acarreta na vida acadêmica, ainda chamam muito pouco a atenção dos professores e das professoras (quase sempre professoras) que estão na linha de frente dos anos iniciais do Ensino Fundamental.


Nosso Calcanhar de Aquiles...


Embora a fraca desenvoltura leitora do estudante brasileiro seja o nosso calcanhar de Aquiles, os planejamentos que têm servido de bússola ao desenvolvimento do trabalho pedagógico, reservam uma inacreditável escassez de horas para a busca de estratégias que se articulem no sentido da superação desta dificuldade.


Ao contrário, o planejamento do tempo em sala de aula é preenchido, majoritariamente, com atividades que contemplam os assuntos advindos da pressão que os currículos fazem para que “se cumpra o conteúdo”.


Aqui, o que não se quer, é promover qualquer tipo de campanha contra o “conteúdo programático” dos planejamentos que orientam o trabalho de ensino/aprendizagem. Bem longe disso. O que pretendemos é chamar a atenção sobre as conseqüências de não se formar, antes de mais nada, o leitor.


Sem ter se tornado leitor, o estudante percorrerá uma caminhada que, invariavelmente, será marcada pela tropeçante dificuldade de se ter boa participação na relação ensino/aprendizagem.


Vamos nos debruçar sobre a formação leitora do estudante da escola brasileira, ou seja, da escola pública, sobretudo?

O que acham?

Temos alguma estrada percorrida com bastantes respostas positivas no que diz respeito à leitura no ambiente escolar.

Vem com a gente!

Seja, também, Gente Que Lê!

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